Ciclo de Concertos de Coimbra

Faminho

Vinho Oboé

TUTTI

ENSEMBLE - MÚSICA CÂMARA


Quarteto Vintage comemora 13º Aniversário

Este ano os membros do quarteto comemoraram o seu 13º Aniversário pelo Skype visto que, Iva Barbosa, Ricardo Alves, João Moreira e José Eduardo Gomes, estão a trabalhar em sítios diferentes. O mais importante é festejar “13 anos repletos de excelentes momentos musicais e de amizade”.

Entre os momentos, destacam as viagens que fizeram juntos, com “imensas histórias”; a intensidade de cada concerto, com “muitos momentos na memória, alguns mais cómicos, outros emocionalmente mais fortes”; a gravação dos dois discos; alguns projetos em que foram pioneiros; o concerto em que comemoraram o 10º aniversário, “um dia e um espetáculo muito emotivo e especial”.

 

“sentimos imediatamente muito prazer em tocar juntos”

Há 13 anos, na ESMAE, os ensaios eram “muito intensos e motivadores”, permitindo criar “uma rotina muito forte” à volta do grupo: “Ensaiávamos “religiosamente” todas as semanas. Temos a certeza que todos sentimos imediatamente muito prazer em tocar juntos, e isso é sem dúvida uma das chaves para a nossa continuidade e para o nosso sucesso”.

Porém, naquela altura não faziam ideia do que era possível fazerem juntos: “passávamos os ensaios a experimentar repertório e a tentar conhecermo-nos o melhor possível; éramos estudantes, mas tínhamos muitos conceitos sobre como tocar em música de câmara e que queríamos aplicar no quarteto”.

 

somos portugueses e cabe-nos principalmente a nós tocar a nossa música

Um dos conceitos era a aposta na música portuguesa: “Já estreamos algumas obras. Não poderia ser de outra forma; somos portugueses e cabe-nos principalmente a nós tocar a nossa música. Só assim ela é divulgada e se motiva os compositores a escreverem mais”.

No último ano, continuaram a promover o último disco dedicado à música francesa, que tem recebido “óptimas críticas e vendido muito bem”. Afirmam que “é um cd muito peculiar, preenchido por música francesa, e com algumas colaborações enriquecedoras, como é o caso da soprano Eduarda Melo, do actor António Durães e do escritor Mário João Alves. É um disco que conseguiu chegar, não apenas a clarinetistas, mas ao público em geral”.

 

A peça do Steve Reich tem um significado especial

Entretanto, estrearam na passada edição dos Dias da Música, a peça para quarteto de clarinetes e electrónica Penetrating streams of floating blue light, do compositor sueco Kent Olofsson, e a primeira versão para quarteto de clarinetes, feita pelos próprios, com a ajuda do compositor Vítor Faria, da peça New York Counterpoint do compositor Steve Reich.

“A peça do Steve Reich tem um significado especial, pois é a primeira versão existente para quarteto de clarinetes e electrónica. Entretanto voltámos a repetir esta peça em Pisa- Itália”, realçam.

 

Somos reconhecidos pelo que queríamos ser

“Somos reconhecidos pelo que queríamos ser: qualidade técnica e artística, criatividade, inovação, energia contagiante”, sublinham.

Qualidades fundamentais para o novo cd que estão a desenhar: “Podemos adiantar que algumas das novas ideias que estamos a tentar pôr em prática levam-nos para caminhos que nunca pisámos antes, e por isso estamos entusiasmados”.

 

O Quarteto faz parte da vida de cada um de nós

O entusiasmo tem vencido as dificuldades logísticas que afectam as agendas dos quatro elementos que nem sequer moram na mesma cidade: “O Quarteto faz parte da vida de cada um de nós, logo existe sempre espaço. Claro que com o passar dos anos temos menos tempo disponível para ensaiar, mas também estamos mais maduros, e não precisamos de tanto tempo de ensaio como há 13 anos”.

 

Mais que nunca é necessário ser-se empreendedor e criativo

Admitem que no actual contexto é difícil manter um grupo activo: “Muitas vezes os grupos começam e têm qualidade, mas infelizmente a falta de apoios e contactos por parte dos programadores faz com que as pessoas desistam”.

Afirmam que “o mercado em Portugal é muito pequeno e cada vez menos se investe na dinamização cultural”. No caso especifico da música, “é necessário apoiar os festivais, os programadores e as salas de espetáculo para que possam investir nos artistas”.

Um investimento que também cabe aos músicos: “têm que ser perseverantes e adaptar-se à nova realidade. Mais que nunca é necessário ser-se empreendedor e criativo”.

 

http://www.quartetovintage.com/ 

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