5 de agosto e 11 de setembro de 2026, em Lisboa e nos Claustros do Convento da Cartuxa, em Caxias

Operafest regressa com "Turandot", estreias absolutas e uma programação dedicada ao "Enigma"

Direção Artística de Catarina Molder

  • Operafest
  • Claustros do Convento da Cartuxa
  • Catarina Molder
  • Data e Local

    5 de agosto e 11 de setembro de 2026, em Lisboa e nos Claustros do Convento da Cartuxa, em Caxias

  • Organização

    Ópera do Castelo, com direção de Catarina Molder

  • MAIS INFORMAÇÕES

    https://www.operafestlisboa.com/pt

PROGRAMAÇÃO

  • 5, 6, 8 e 9 AGOSTO - 21h00 —  Turandot de Puccini - Grandes Clássicos, no Convento da Cartuxa, Caxias
  • 14 e 15 AGOSTO - 21H0 —  As Bodas de Fígaro - Grandes Clássicos, no Convento da Cartuxa, Caxias
  • 3 SETEMBRO - 20h30, 21h20 e 22h —  Anátema, performance - Ópera Satélite, no Museu de Lisboa Teatro Romano
  • 5 SETEMBRO - 21h, 22h e 23h —  Enigma, performance - Ópera Satélite, na Sala Estúdio Valentim de Barros
  • 11 SETEMBRO - 20h —  Vida secreta de Coisa de Francisco Lima da Silva; Último Andamento de Pedro Laranjeira Finisterra - Maratona Ópera XXI & Criações, no Teatro Camões

O Operafest Lisboa e Oeiras regressa para a sua sétima edição entre 5 de agosto e 11 de setembro de 2026, propondo uma programação centrada no tema "Enigma", que cruza grandes títulos do repertório operático com novas criações, performances, cinema, conferências e iniciativas de formação.

 

A abertura do festival acontece nos Claustros do Convento da Cartuxa, em Caxias, com Turandot, de Giacomo Puccini, numa produção original do Hessisches Staatstheater de Wiesbaden, encenada por Daniela Kerck e dirigida musicalmente por Osvaldo Ferreira. A obra, que assinala o centenário da sua estreia, será interpretada pela soprano Olesya Golovneva e pelo tenor Rodrigo Garull.

 

Ainda em Oeiras sobe ao palco As Bodas de Fígaro, de Mozart, numa produção com encenação de Mónica Garnel, direção musical de Pedro Carneiro e interpretação da Orquestra de Câmara Portuguesa.

 

De regresso a Lisboa, o festival apresenta duas estreias absolutas no âmbito da Maratona Ópera XXI: Vida Secreta de Coisa, de Francisco Lima da Silva, e Último Andamento, de Pedro Finisterra, ambas com libreto de Miguel Castro Caldas, direção musical de Diogo Costa e encenação de Rita Calçada Bastos.

 

A programação integra ainda as performances Anátema, com Catarina Molder e Tânia Carvalho, e Enigma, Névoa, Nada, de Gustavo Sumpta. E o ciclo Cine-Ópera, na Cinemateca Portuguesa, que exibirá filmes como Turandot, de Franco Zeffirelli, Amadeus, de Milos Forman, E la nave va, de Federico Fellini, e Aria. Há ainda espaço para conferências, masterclasses e workshops integrados no Laboratório Ópera XXI, reforçando a aposta do festival na formação e na criação contemporânea.

 

Segundo a diretora artística Catarina Molder, o Operafest pretende continuar a afirmar-se como "uma grande festa da ópera", capaz de reunir diferentes públicos e de promover tanto os grandes clássicos como o talento emergente.

 

Na edição de 2026, o festival espera receber cerca de 12 500 espectadores, distribuídos por 12 espetáculos, quatro óperas, duas estreias absolutas, duas performances, o concurso Maratona Ópera XXI, conferências, sessões de cinema e diversas atividades pedagógicas.

 

 

Programação e mais informações:

 

https://www.operafestlisboa.com/pt/

 

 

 

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