Entre outubro e dezembro, em Alcobaça

Cistermúsica Fronteiras regressa com música em diálogo com outras artes

uma programação que cruza música erudita e criação contemporânea com escultura, arquitetura, cerâmica e pintura

  • Entre outubro e dezembro

    Alcobaça

  • Organização

    ABA — Banda de Alcobaça Associação de Artes

  • MAIS INFORMAÇÕES

    www.cistermusica.com

PROGRAMAÇÃO

  • Gárgulas – Quatro Painéis para um Templo da Memória - Mário Marques e Orquestra Metropolitana de Lisboa - Pedro Amaral, direção musical —  25/10 · dom · 18h00 - Panorama - Multiusos de Alcobaça
  • Do barro ao som – Homenagem a Cargaleiro - Lontano Trio —  01/11 · dom · 18h00 Mosteiro de Alcobaça · Celeiro
  • Remix - Nova Era Vocal Ensemble - João de Almeida Barros, direção musical —  08/11 · dom · 18h00 - Mosteiro de Alcobaça · Refeitório
  • Opus Diabolicum Moonspell e Orquestra Sinfonietta de Lisboa - Vasco Pearce de Azevedo, direção musical —  05/12 · sáb · 21h30 Panorama - Multiusos de Alcobaça
  • Continuum Banda Sinfónica de Alcobaça, Miguel Traquina e Gaspar Costa - Rui Carreira, direção musical —  06/12 · dom · 18h00 - Cine-teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro

O Cistermúsica Fronteiras regressa a Alcobaça entre outubro e dezembro de 2026, com propostas que colocam a música em diálogo com outras expressões artísticas. Os espetáculos distribuem-se pelo Mosteiro de Alcobaça, pelo Panorama — Multiusos de Alcobaça e pelo Cine-Teatro de Alcobaça — João d’Oliva Monteiro, prolongando a temporada Cistermúsica até ao final do ano.

 

Entre os programas anunciados encontra-se Gárgulas — Quatro Painéis para um Templo da Memória, que reúne o saxofonista Mário Marques e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direção de Pedro Amaral. Inspirado no conjunto escultórico criado pelo alcobacense José Aurélio para a Torre do Tombo, o projeto estabelece uma relação entre música, escultura e arquitetura. O programa inclui três encomendas a compositores portugueses — César Rafael, Nelson Jesus e António Victorino d’Almeida —, a par de obras de Claude Debussy e Erik Satie.

 

A pintura e a cerâmica dão o mote a Do Barro ao Som — Homenagem a Cargaleiro, preparado no âmbito das comemorações do centenário do nascimento de Manuel Cargaleiro. Interpretado pelo Lontano Trio, o projeto propõe uma abordagem musical aos processos criativos do artista, através de composições originais de Carlos Marecos, Tiago Derriça, Gonçalo Lourenço, Ana Roque e Sara Carvalho.

 

O encontro entre metal e música sinfónica faz-se com os Moonspell e a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, que apresentam em Alcobaça Opus Diabolicum. A colaboração, levada ao MEO Arena em 2024, revisita temas do repertório da banda com arranjos de Filipe Melo e direção musical de Vasco Pearce de Azevedo.

 

Já o Nova Era Vocal Ensemble apresenta REMIX, descrito como «um DJ set de música coral sem mesa de mistura». Sob a direção de João de Almeida Barros, 24 cantores exploram reinterpretações e adaptações para coro de música de Bach, Mahler, Byrd, Praetorius e Purcell, colocando as obras originais em diálogo com a visão de compositores contemporâneos.

 

O encerramento do Cistermúsica Fronteiras caberá à Banda Sinfónica de Alcobaça, que convida os percussionistas Gaspar Costa e Miguel Traquina, ambos formados na Academia de Música de Alcobaça. Miguel Traquina conquistou recentemente o primeiro prémio na categoria de Percussão, nível superior, do Prémio Jovens Músicos 2026.

 

Organizado pela ABA — Banda de Alcobaça Associação de Artes, o Cistermúsica Fronteiras conta com o apoio da República Portuguesa — Cultura / Direção-Geral das Artes, a parceria estratégica do Município de Alcobaça e a parceria institucional da Museus e Monumentos de Portugal / Mosteiro de Alcobaça.

 

https://www.cistermusica.com/pt

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