Concertos esgotados em Viana do Castelo, Alcobaça e Porto.

Alto Minho Youth Orchestra leva mais de 2500 pessoas a ouvir a 2.ª Sinfonia de Mahler

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Da Capo

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A Alto Minho Youth Orchestra (AMYO) e o Alto Minho International Choir (AMIC) encerraram a sua digressão de verão com três salas esgotadas e mais de 2500 espectadores, confirmando o crescimento de um projeto que tem vindo a afirmar-se no panorama musical português.

 

Sob a direção do maestro Miguel Sepúlveda e da maestra coral Donka Miteva, a quinta edição da AMYO e a primeira edição do AMIC apresentaram a 2ª Sinfonia de Gustav Mahler, numa produção que reuniu mais de 200 músicos de treze países.

 

A digressão passou pelo Centro Cultural de Viana do Castelo, a 30 de julho, integrou a programação do Festival Cistermúsica, em Alcobaça, no dia 31 de julho, e terminou na Casa da Música, no Porto, a 2 de agosto, com lotação esgotada nos três concertos.

 

Para esta produção, a AMYO associou-se ao recém-criado Alto Minho International Choir que, no fim de semana anterior, se tinha apresentado em formato a cappella em Caminha e em Santiago de Compostela. À orquestra e ao coro juntaram-se ainda o Coro Polifónico da Lapa e o Coral de Letras da Universidade do Porto, e as solistas Sílvia Sequeira (soprano) e Cláudia Ribas (mezzo-soprano).

 

Sediado em Viana do Castelo, o projeto é promovido pela Associação Musicis Pontem e reúne jovens músicos de diferentes nacionalidades numa residência artística intensiva, culminando numa série de concertos. Segundo a presidente da associação, Filipa Lima, a iniciativa continua a crescer e pretende afirmar o Alto Minho como uma referência internacional na área da música.

 

Na informação divulgada pela organização, Miguel Sepúlveda considera que a AMYO é "a melhor orquestra de jovens de Portugal", destacando o nível artístico alcançado pela formação.

 

O concerto inaugural, em Viana do Castelo, incluiu ainda uma componente multidisciplinar, com pintura ao vivo realizada pelos artistas Cipriano Oquiniame, Rita Montes, Helena Lena e Inês Conceição, numa interação entre música e artes visuais.

 

O projeto contou com o apoio de diversas entidades públicas e privadas da região, entre as quais a Câmara Municipal de Viana do Castelo, os Serviços de Ação Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a ARTEAM – Escola Profissional Artística do Alto Minho, o Coro Polifónico da Lapa, o Coral de Letras da Universidade do Porto, a Sons do Clássico, a Estação Viana Shopping e o Jornal do Alto Minho, além do patrocínio de várias empresas da região.

 

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